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10 destinos politicamente corretos para visitar em 2016

Você já parou para pensar em como sua viagem impacta o meio ambiente do destino?

22/02/2016

Você já parou para pensar em como sua viagem impacta o meio ambiente do destino? Ou a vida das pessoas que moram ali? E se o país cuja economia você estimula ao fazer turismo lá respeita leis de direitos humanos?

Uma ONG americana chamada Ethical Traveler (viajante ético) faz justamente isso. A entidade, fundada pelo jornalista Jeff Greenwald e baseada na Califórnia, existe desde 1996 e tem como propósito educar turistas sobre o impacto social e ambiental de suas viagens.

Todos os anos, a Ethical Traveler elege, entre países em desenvolvimento, os dez destinos mais "éticos" para se visitar.

Para fazer a lista, são analisados dados públicos de proteção ambiental, bem-estar social e de animais e respeito aos direitos humanos –além, é claro do apelo turístico de suas atrações.

"Gastando seus dólares em países de pensamento avançado, exploradores recompensam os 'bons garotos' –e encorajam práticas mais humanas ao redor do mundo", diz o relatório.

Em 2016, metade da lista foi renovada. Entre as cinco novidades está a Mongólia, o primeiro país continental asiático a figurar no ranking.

Os cinco que deixaram a relação foram Lituânia (que deixou de ser considerado país em desenvolvimento), Maurício, Palau, Vanuatu (cuja estrutura turística foi afetada por um ciclone) e o Chile –este, muito em parte por sua legislação restritiva sobre o aborto, segundo a entidade.

Veja abaixo o top 10 indicado pela associação em 2016 –em ordem alfabética.

CABO VERDE

O país, na costa da África, a cerca de 600 quilômetros do Senegal, tem lindas praias e se esforça para promover a igualdade de gêneros e fontes verdes de energia.


DOMINICA

A ilha caribenha avançou no respeito à população LGBT, além de manter a liderança na região em temas como assistência médica, educação e desenvolvimento de energias sustentáveis.


GRANADA

O país, que não estava no ranking em 2015 por problemas em suas políticas LGBT, apresentou melhoras em relação a elas e avançou em temas como a preservação de corais –as praias e o mar caribenho são seu maior atrativo turístico.


MICRONÉSIA

De acordo com a ONG, o arquipélago no oceano Pacífico, de lindas praias, entra na lista neste ano por ser um dos representantes da tendência de destinos turísticos em desenvolvimento que lideram a preocupação contra mudanças climáticas.


MONGÓLIA

Destino cultural, o país se destaca na geração de energia solar. A Mongólia é o primeiro país continental da Ásia a entrar no ranking.


PANAMÁ

O país, que estreia na lista da Ethical Traveler, é famoso pelo canal, mas também pelas praias de mar azulzinho. Destacou-se pelo baixo índice de desemprego e alta taxa de proteção ambiental.


SAMOA

Samoa deve ter, até o ano que vem, 100% da geração de energia advinda de fontes solares –é um dos líderes em ações para combater o aquecimento global, além de reservar praias estonteantes no oceano Pacífico.


TONGA

Destaque na proteção ambiental e na educação de seu povo, o país no Pacífico criou mais reservas marinhas e tem taxas de alfabetização da população de 99%.


TUVALU

Outro país que não estava na lista de 2015, Tuvalu é uma das ilhas mais ameaçadas pelo aquecimento global. Ainda assim, avançou em temas como a violência doméstica e a redução da dependência de combustíveis fósseis.


URUGUAI

Nosso vizinho sul-americano já havia feito parte da lista e volta na edição de 2016 –muito em parte graças ao desenvolvimento de fontes sustentáveis de energia, inclusive para o sistema de transporte público e um aeroporto. O relatório também destaca a atenção governamental à educação e ao alto IDH (o melhor entre os países analisados).

 

Fonte: Folha